É triste quando

É triste quando pessoas cultas, se perdem em sua pedante e arrogante superioridade e confundem o universo, a realidade imanente deste universo, o espaço-tempo, as forças elementares (eletromagnética, eletroforte, eletrofraca e gravitacional), a incerteza como teoria da certeza, a probabilidade do não intuitivo, a matéria, a energia, o entrelaçamento, os campos, a dualidade partícula-energia e etc, que nunca será um jogo, confundindo-o com a realização do nosso viver, dentro deste universo real e que nos ignora solenemente. 


A realização do nosso viver, e não a experimentação do real, é que são como se jogos fossem, podemos parcialmente interagir, e dar certo rumo a realização do nosso viver, dentro da realidade imanente de tudo que é, ao qual não posso ter domínio de ação, posso aprender com o real, posso dominar parcialmente o real, mas no básico, o real é, independentemente de mim ou de qualquer um.

A realidade pode não ser o que parece, pode não parecer o que é, mas ela é, agora o nosso viver que pode também não ser o que parece e pode também não parecer o que é, é passível de alguma atuação, é passível de em sua realização presente ser mais do que algo que simplesmente é independente de nós mesmos, podemos imprimir nela algo de nós mesmos e fazer desta realização um eterno transformar-se.

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