Sem deus no coração


Sem deus no coração, mas com a humanidade na mente, com o respeito a todos, com comprometimento de atitudes, com dignidade humana como princípio de vida, e amor a natureza como forma de ler o mundo.

Sem deus no coração, mas com o semelhante em primeiro lugar.


Sem deus no coração, mas com uma sincera tentativa de caminhar com empatia pela transformação de meu ser.

Sem deus no coração, mas buscando encontrar ou construir a sensibilidade verdadeira pelo que os irmãos realmente sentem, pensam e passam. 

Sem deus no coração, mas com princípios sociais a guiar o engrandecimento da autoestima de todos.

Sem deus no coração, mas amando aqueles que professam esta fé, ou qualquer outra fé, com ou sem deus, teísta, deísta, panteísta, politeísta, ou mesmo agnóstica.

Sem deus no coração, mas com a vida em primeiro lugar, e a dignidade de viver logo depois.

Enfim, sem deus no coração, mas com coragem para me expor pelos menos favorecidos da sorte, com a ousadia de lutar contra o neoliberalismo capitalista, por uma transformação social que realmente seja pelos excluídos, pelo fim da miséria e pela valorização da vida, e pelo humano enquanto humanidade.

PS: Datena e outros que me desculpem, mas eu também os amo.

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