Natural

Todas as coisas se unem em uma, e em uma só coisa são espécies ou variações. Tudo se resume ao natural, tudo é parte do universo, e este é natural, e este á a natureza, não só a natureza das coisas, mas as coisas como entes naturais, por mais teórico, transcendental ou não intuitivo que possam parecer, tudo é natureza, e a natureza é o todo universal, ou mais ainda, é a natureza o próprio multiverso multidimensional, se estes existirem, e é natureza o próprio vazio quântico que pode dar origem ao que quer que venha a dar. E mais ainda, se algo existir “antes”, e seja antes aqui o que quer que for, também será natural este antes. O vazio absoluto (não o vazio quântico), o nada completo e perfeito, me parece mera abstração universal, mas mesmo que este vazio e este nada existam, ou tenham existido, ou venha a existir, estes serão também naturais.


No micro quanto no macro, na parte quanto no todo, na matéria quanto na energia, aqui ou acolá, nesta ou em outra dimensão (se existir), neste ou em outro universo (se existir), mesmo na flutuação quântica ou no próprio vazio quântico, no determinismo clássico ou na indeterminação quântica, no fenômeno ou em sua realidade, tanto na consciência quanto na inconsciência, na física, na química, na biologia, no mental, no psíquico, quanto no social, tudo é natural, tudo é uma ciosa só, são variações, espécies, classes, especializações ou derivações do todo natural, universal, e se for o caso “multi”universal, “trans”universal, ou qualquer que seja o nome que venhamos a dar, tudo é enfim natural, onde todas as coisas se unem a uma.  

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