Viver


Viver é preciso, morrer, uma realidade inexorável.
Viver é impreciso, mas morrer é um fato.
O viver pode até não ser preciso, mas morrer é o próprio destino.

O destino do viver é se aproximar inexoravelmente do fato real do morrer.
O limite da vida, que tende ao futuro, é a morte no presente vindouro.
O limite da vida, que tende sempre ao presente, é a eternização deste presente até que a morte o faça um passado sem presente.

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