Penso o que sou, ou sou o que penso

Penso o que sou, ou sou o que penso? Entendo que os dois. Um reforça positivamente o outro. Porque penso o que sou, o próprio pensamento reforça o que sou, e assim passo a cada vez mais ser o que penso. Este ciclo pode ter um início aparentemente discreto, mas com a sequência, com o reforço mútuo constante, chegamos a que ambos passam a ser fortes. Isto é bom, e isto é ruim, dependendo do que somos inicialmente, e do que, e do como, pensamos. Assim é importante buscarmos um mínimo de consciência (até onde ela seja possível), além de uma análise racional e crítica de se o que somos e o que pensamos pode nos levar a um ser socialmente digno, ou individualmente indigno. Neste ciclo contínuo, participam as induções externas, os interesses da mídia e do poder, a cultura, também a família e a sociedade como um todo. Desta forma é imprescindível que busquemos um compromisso racional e crítico com as informações que recebemos, e com os pensamentos que temos. É importante que sempre chequemos as fontes, bem como procuremos identificar que estudos sérios possam existir sobre os assuntos em que se façam possíveis esta análise. Outro cuidado imprescindível é tentar compor uma estrutura presente do que pensamos e do  que somos, visando perceber com alguma antecedência o, ou os, possíveis desfechos finais ao mantermos nosso atual estado de ser e de pensar.

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