Conceitualmente entender a ciência deveria ser tão prazeroso quanto entender uma obra artística

Infelizmente, muitos ainda se assustam, se amedrontam quando o assunto é ciência ou matemática. Mas não deveria ser assim. Mesmo o mais leigo dos leitores ou dos observadores, tem capacidade e competência para entender conceitos científicos, desde que quem os explique, tenha algum cuidado de passar a explicação longe dos universo técnico e próprio dos cientistas ou das complexas fórmulas, e coloque alguma, mínima que seja, sequência coerente. A maioria absoluta dos conceitos científicos, enquanto conceitos, são inteligíveis pela maioria absoluta da população, até mesmo porque ciência não é invenção, é puro entender o que já aqui existe, já vivemos imersos na ciência, pois que a ciência nada mais é do que entender a realidade que nos cerca. Como dizia Timothy Ferris “ A dificuldade para se compreender uma obra conceitual de ciência, em contraposição a uma obra de arte, é frequentemente exagerada. ” Desta forma, entender Newton, Einstein, ou mesmo Gell-Mann não deveriam ser mais amedrontadores que entender Shakespeare, Tolstoi ou Mozart. Cada um possui seu desafio intelectual, mas todos prometem e garantem uma belíssima recompensa pelo esforço.

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