O Amor

O amor, diferentemente da luz, mesmo que em excesso não cega. Aliás, não existe amor em excesso, pode até existir amor cego, aquele que não busca equilíbrio na razão, mas, em todo caso, este não seria amor.

Amor e razão, razão e amor. Amor racional, razão amorosa. Eis o que entendo como minha busca, eis o que busco com meu entendimento, eis enfim o meu maior desafio, o meu mais sincero desejo, a minha mais importante construção: Bem querer. Respeito à natureza, à vida, ao humano e ao social. Comprometimento com todos e qualquer um que sofra da miséria, da fome, da exclusão, da opressão, da exploração, e de preconceitos. Sensibilidade humana. Empatia sincera. Livre pensar. Busca pela verdade. Humildade. Ousadia de caminhar à frente, ser vanguardeiro, destruidor de barreiras, fronteiras ou clausuras. Ser libertário responsável. Ser sincero. Ser solidário. Ser Amigo. Ser confiável. Ser apaixonado pelo conhecimento. Ser atuante e não teórico ou pregador.  Ser crítico. Mas acima de tudo ser exemplo para meus filhos. Como amar é uma palavra única, cheia de múltiplas diferentes interpretações, busco meu amor pelo comportamento, pelas atitudes, pela ousadia de sempre tentar, pelas obras que possa fazer, e pela coragem de me expor e de lutar pelo que me exponho.


Para mim, o amor sem a razão vale tão pouco como a razão sem o ponto equilibrante do amor. É muito importante ter sempre em mente que falar é bem diferente de fazer, e que palavras, em si só, não amam e não racionalizam, é necessário mais que uma mente para amar e racionalizar, é necessário querer, ousar, se expor e caminhar...

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