Desígnios de nossos instintos

Mesmo aqueles que não aproveitando todo o potencial de sua humanidade, que não construíram um sentimento de amor, que não se lançaram na busca de ser um com todos, e que vivam absolutamente sob os desígnios de muitos (a menos de alguns) de seus naturais instintos, ainda assim são mais humanos que aqueles que cederam sua existência ao julgo injusto, aos prazeres e aos encantos das sereias da vaidade, da preguiça, da omissão, da avareza, da ganancia, da arrogância, do poder e da injustiça social. Nossos instintos naturais podem, a grosso modo, serem divididos em instintos de salvação/manutenção de nossa vida (Conservação da vida), de procriação e defesa da prole, dos que possuam algum fim altruísta, de linha social, benevolente, e de ajuda (os ditos Gregários); e por fim aqueles instintos que envolveriam de alguma forma os de luta, posse, mentira e poder. Todos eles estão em nós, e estão em todos que possuem uma mínima saúde mental, pois que de alguma forma eles combinados garantiram nossa sobrevivência em uma jornada de milhões de anos, bastante árdua, difícil e muito pouco pacífica. Acreditando que esta divisão não inclua todas as possíveis classes de instintos, mas que delineiam com bastante aproximação a maioria deles, podemos perceber que se conseguirmos algum controle ou minimização da última classe deles já estaríamos bem encaminhados, independente de uma atitude mais racional, mais cônscia, mais crítica ou mais “humanizante” (que atribua um caráter mais humano a cada um de nós). 


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Sou um ateu racional e um livre pensador, ou melhor, eu sou um ateu que tenta ser (que se compromete a ser) racional e livre pensador.

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