MORAL

Na inexistência de uma moral absoluta e universal, cabe-nos construir a nossa própria linha de base moral, fundamentada em princípios de AMOR, de bem querer, de respeito e de razão, onde a dignidade social possa ser maximizada e o espírito mental humano valorizado.

O que tento ensinar aos meus filhos neste assunto é que exatamente por não ser a ética algo absoluto e universal, e nem a moral um algo de manual, sendo elas muitas vezes variáveis ao longo do tempo, mutáveis ao longo da extensão geográfica e dependentes diretamente de princípios culturais, não devemos procurar nenhum balizamento universal para valorar nossos atos morais, e sim nos debruçar de forma crítica sobre cada ato, comportamento, conduta ou atitude, pois que cada situação é em si uma situação única e que merece um maior compromisso em sua análise. Somos atores dinâmicos, em um mundo dinâmico, e devemos construir nossa linha moral cuidando de que cada um de nossos atos seja tão mais moral quanto mais ele maximize a felicidade humana e a dignidade social, por um número maior de pessoas, por um maior espaço de tempo possível e por uma maior área geográfica possível, sem cair na fácil tentação de justificar os meios pelos fins, indiferente a crenças, cores, gênero, níveis sociais, níveis culturais, orientação sexual ou delimitações territoriais, entre outros.


Texto publicado anteriormente com o pseudônimo de Aalberto (Arlindo Alberto Pereira Tavares)


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Sou um ateu racional e um livre pensador, ou melhor, eu sou um ateu que tenta ser (que se compromete a ser) racional e livre pensador.

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