HUMANIDADE

O que desqualifica o homem não é e nem nunca foi nossa animalidade, posto que todos a vivemos. O que desqualifica o homem é colocar a inteligência a serviço da desumanidade, da vaidade e de interesses pouco ou nada sociais.

Animais, todos somos. Que bom, somos naturais, tão naturais quanto todos eles, somos uma espécie de primos de todos eles, mais ainda, somos primos, próximos ou distantes, de todos os seres vivos ou que já viveram, independente do reino que representem. Se somos o que somos, é graças a nossa história natural, que ao longo de milhões ou mesmo bilhões de anos, dependendo do quão distante nos especializamos, deu suporte natural a cada evolução ocorrida, e nossa tão decantada humanidade é composta por muitas características que foram sendo selecionadas naturalmente, e são várias destas “qualidades” naturais, existentes em outros animais, mais por variação de grau do que de “qualificação” em si mesmas. Se hoje somos sencientes, se temos autoconsciência de que somos seres conscientes, não é algo puramente homo sapiens, mas adquiridas como evolução ao longo da longa jornada evolutiva, e, com certeza, nada unicamente humano, ou pelo menos nada necessariamente humano. Posto isto, nossa humanidade não perde nada em brilho, ou em importância, e assim apenas eleva nossa relação simbiótica com toda a natureza, e nos cabe, pelo maior grau conseguido até o momento, na capacidade de alguma sensação de consciência, buscar compromisso com o que de real nos poderia qualificar com a definição que fazemos de seres humanos.



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Sou um ateu racional e um livre pensador, ou melhor, eu sou um ateu que tenta ser (que se compromete a ser) racional e livre pensador.

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