AMOR

Se ainda temos solução como seres humanos e sociais, poucas são as alternativas, e uma delas passa pela via do amor racional ou a da razão amorosa.

Em verdade entendo que amamos o que achamos importante, diferente de muitos que entendem que achamos importante o que amamos. Entendo o amor como uma espécie de construção, e não como uma descoberta, entendo que podemos aprender a amar, exatamente no mesmo molde de como muitos aprendem a odiar. Nenhuma criança nasce odiando ou vendo outra criança como algo de menor valor, mas a socialização equivocada e preconceituosa delas as leva a aprender a desprezar, odiar, e a segregar os diferentes, exatamente nesta linha, entendo também que podemos, não apenas com palavras e fácil oratória, mas com exemplos e comportamento ensinar a cada criança a construir um amor fraterno, racional, humano e social, ensinando-as o respeito e a criar valores de importância pelos demais humanos e seres vivos. Pode parecer paradoxal, mas entendo que o amor é algo revolucionário em si mesmo, uma revolução de nós mesmos, e assim ele requer uma certa dose de boa, humana e social revolta contra o descaso, o abandono, a exploração insensível, os preconceitos, e a exclusão de toda e qualquer espécie, necessitando assim de uma construção e de uma contínua reconstrução.




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Sou um ateu racional e um livre pensador, ou melhor, eu sou um ateu que tenta ser (que se compromete a ser) racional e livre pensador.

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