AMOR (variação estendida de um texto meu)

O Amor que escraviza é posse, é filho da vaidade, da prepotência, ou da presunção, mas nunca será verdadeiramente Amor. 

O Amor que diminui não é em verdade amor, apesar de ser por natureza um agente irradiador, de doação contínua, o amor em si nunca subtrai. 

O Amor que parece pronto, que acontece do nada, que não requer algum nível que seja de transpiração, não é amor, ele requer construção constante, requer vontade e doação, cuidado, aquele amor pode até ser paixão, mas nunca simplesmente amor.

O Amor que se diz eterno, que parece fácil, que falaciosamente se arvora em algo exterior a si mesmo, não é amor. Um poeta já disse: que o amor seja eterno enquanto dure, e eu ousaria acrescentar, enquanto construído e reformado, e também enquanto valer a pena, pois que o amor nunca pode ser degradante, desgastante, humilhante, ofensivo, injurioso ou ultrajante.

O amor que explora, oprime, abusa ou exclui não é amor...




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Sou um ateu racional e um livre pensador, ou melhor, eu sou um ateu que tenta ser (que se compromete a ser) racional e livre pensador.

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